
So close
Novembro 6, 2009
Just a regret
Outubro 28, 2009I was his place
But didn`t had the chance to see his face
Today I doubt about my value
And I live curious about his smile
Wish I could go back on time
So that I could write a different rhyme

Natureba
Outubro 9, 2009“Obrigado aos homens da floresta. Obrigado à floresta. À terra. Obrigado à nossa terra. Por ser tão nossa quanto somos dela. Por nos dar o privilégio de ver o mundo com olhos brasileiros. Obrigado às terras além da nossa. Por abrirem nossos olhares para um outro mundo. Obrigado às crianças, por virem ao mundo transformar mulheres em mães. Obrigado às mulheres da nossa idade. Às mais jovens. E às jovens há mais tempo. Obrigado ao tempo. E à sabedoria que seus anos trouxeram. Obrigado aos dias, à vida. À rotina que traz beleza a cada dia e nos renova.”
Texto de 40 anos da Natura.

Nostalgia
Setembro 25, 2009“Sinto saudade das horas de insônia. Saudade das manhãs embaçadas, do rosto inchado no espelho. Das unhas roídas e das horas de espera ao lado do telefone. Saudade de quando você reclamava das unhas roídas. Saudade da dor, do desespero de não saber onde você está e saudade de saber onde você está. Saudade do cheiro do seu quarto e da bagunça do seu cabelo. Saudade do cheiro do seu cabelo e da bagunça do seu quarto. Saudade da sua falta de paciência com o trânsito e do seu horror a boites. Saudade das minhas horas de tristeza quando eu te magoava. Saudade até de te magoar. Saudade do seu amor por mim. Saudade de quando você era capaz de me perdoar. Saudade do mundo que nós criamos. Saudade de não te magoar. Saudade de quando eu fazia alguma diferença na sua vida, saudade de não me sentir triste.
Saudade de sentir só saudade.”
Autor Desconhecido
Recebi nesta quinta-feira (24/09) e-mail de um Autor Desconhecido me “doando” o texto acima… E eu, encantada, o adotei.

Fim (provisório) II
Setembro 23, 2009Entreguei meu coração
Mas do seu querer me vi banida
Pode ter sido só sensação
Mas seu beijo teve gosto de despedida.

Sem cura
Setembro 22, 2009Ser louco? Loucura é falar sozinho. Mas é loucura também abrir mão do que nos faz bem. Na verdade é a vida quem nos trás a tona essa insanidade, as vontades súbitas, de em determinado momento ter vontade de gritar, por exemplo, de contar causos às paredes, ou desabafar com nossos cachorros. Imagino que isso possa ser uma boa definição de loucura, por que não?
Pena que não me contento com tal explicação.
Mas em determinado momento, ser louco se resumirá em ações onde não é o esperado que nos torna, desencadeando a incerteza, o medo…
Mas o que fazer? Qual é o remédio que cura esse mal-natural? A tal loucura? A solução mais usada é o tempo, mas e para os impacientes? Outros usufruem da atitude, mas e quem é medroso? E eu, que me enquadro nas duas características? Uso da palavra, ou melhor palavras, no plural! Com cuidado, respeitando seu enorme poder. Nelas eu digo que amo, nelas eu faço e desfaço laços, nelas eu peno, me fortaleço. Prova disso é a história de que uma palavra evita guerras, inúmeros males e crises.
Mas a minha conclusão é essa: sou louco, feliz e infeliz e o pior: sem cura.
Daniel Diniz

Para falar de perdas
Agosto 21, 2009______________________,
(Seu nome aqui)
Andei pensando sobre nós, sobre nossa relação tardía. Tínhamos o dia todo, e nos resolvemos pela noite. Não nos culpe, o ser humano é assim mesmo, só percebe o que perdeu depois de perder… E hoje me pergunto, o que nós perdemos?
Eu sei o que eu perdi – e o que ganhei: perdi as risadas de praxe de seu desajeito. Ganhei saudades atrasadas. Perdi teus longos braços em volta de meu pequeno semblante. Ganhei você em minha memória ao som de Old Man. Perdi nossas longas tardes na orla do rio. Ganhei nosso nome escrito no banco da praça.
(Se não for pedir demais) Me espera,
Elisa.

Recomeço
Agosto 20, 2009A outra disse “és só amigo”
Quando meu coração estava fora
Agora ele está sob meu abrigo
Enquanto ela agora chora

Sem Hipocrisia!
Agosto 20, 2009“De Cristo eu gosto. Pena que o manipularam pra tanta babaquice. Pra começar, dizer que ele é filho de deus. Que besteira. Será que o homem é tão incapaz de se dar valor a ponto de achar que, quando outro homem é genial, tem que ser do outro mundo? Que nada, Jesus era tão homem quanto eu.”
(Feliz Ano Velho – Marcelo Rubens Paiva)

