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Just a Guess

dezembro 22, 2009

I’m sorry
I’m afraid we won’t get encore
Cause I don’t make you happy
Like I used to do before

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Metade

dezembro 22, 2009

Que a força do medo que tenho
Não me impeça de ver o que anseio

Que a morte de tudo em que acredito
Não me tape os ouvidos e a boca
Porque metade de mim é o que eu grito
Mas a outra metade é silêncio.

Que a música que ouço ao longe
Seja linda ainda que tristeza
Que a mulher que eu amo seja pra sempre amada
Mesmo que distante
Porque metade de mim é partida
Mas a outra metade é saudade.

Que as palavras que eu falo
Não sejam ouvidas como prece e nem repetidas com fervor
Apenas respeitadas
Como a única coisa que resta a um homem inundado de sentimentos
Porque metade de mim é o que ouço
Mas a outra metade é o que calo.

Que essa minha vontade de ir embora
Se transforme na calma e na paz que eu mereço
Que essa tensão que me corrói por dentro
Seja um dia recompensada
Porque metade de mim é o que eu penso mas a outra metade é um vulcão.

Que o medo da solidão se afaste, e que o convívio comigo mesmo se torne ao menos suportável.

Que o espelho reflita em meu rosto um doce sorriso
Que eu me lembro ter dado na infância
Por que metade de mim é a lembrança do que fui
A outra metade eu não sei.

Que não seja preciso mais do que uma simples alegria
Pra me fazer aquietar o espírito
E que o teu silêncio me fale cada vez mais
Porque metade de mim é abrigo
Mas a outra metade é cansaço.

Que a arte nos aponte uma resposta
Mesmo que ela não saiba
E que ninguém a tente complicar
Porque é preciso simplicidade pra fazê-la florescer
Porque metade de mim é platéia
E a outra metade é canção.

E que a minha loucura seja perdoada
Porque metade de mim é amor
E a outra metade também.

Oswaldo Montenegro

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Pai,

novembro 17, 2009

Não sei se só queria saber se está tudo bem, ou se queria ouvir tua voz…
Não sei quanto tempo se passou, ou se o tempo parou…
Não sei como cheguei até aqui, aos trancos e barrancos fui deixando migalhas nas esquinas…
Acho que queria e quero abrir meu coração, mas não temos tempo, por telefone é muito frio, mas sou vulnerável ao pessoalmente…

Espero que ande lendo meu blog, espero que tenha o endereço…
Ou espero que alguem com quem tenha contato esteja lendo…

 

Concordo que aqui seja muito público, por isso o tom enigmático…
Mas creio que entenderás…

 

Saiba que não sentes falta sozinho, também sinto! Saiba que não me amas sem retorno, embora às vezes eu não consiga deixar claro! Saiba que apesar de tu teres te rendido, eu ainda penso em um jeito para que um dia possamos ser, novamente, AMIGOS!

 

Viva com amor.

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So close

novembro 6, 2009

JohnMayerBattleStudies

Dia 17 de novembro novo CD do Rei (nada de Roberto Carlos ou Pelé para mim).

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Just a regret

outubro 28, 2009

I was his place
But didn`t had the chance to see his face

Today I doubt about my value
And I live curious about his smile

Wish I could go back on time
So that I could write a different rhyme

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outubro 20, 2009

feeling empty

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Natureba

outubro 9, 2009

“Obrigado aos homens da floresta. Obrigado à floresta. À terra. Obrigado à nossa terra. Por ser tão nossa quanto somos dela. Por nos dar o privilégio de ver o mundo com olhos brasileiros. Obrigado às terras além da nossa. Por abrirem nossos olhares para um outro mundo. Obrigado às crianças, por virem ao mundo transformar mulheres em mães. Obrigado às mulheres da nossa idade. Às mais jovens. E às jovens há mais tempo. Obrigado ao tempo. E à sabedoria que seus anos trouxeram. Obrigado aos dias, à vida. À rotina que traz beleza a cada dia e nos renova.”

Texto de 40 anos da Natura.

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Nostalgia

setembro 25, 2009

“Sinto saudade das horas de insônia. Saudade das manhãs embaçadas, do rosto inchado no espelho. Das unhas roídas e das horas de espera ao lado do telefone. Saudade de quando você reclamava das unhas roídas. Saudade da dor, do desespero de não saber onde você está e saudade de saber onde você está. Saudade do cheiro do seu quarto e da bagunça do seu cabelo. Saudade do cheiro do seu cabelo e da bagunça do seu quarto. Saudade da sua falta de paciência com o trânsito e do seu horror a boites. Saudade das minhas horas de tristeza quando eu te magoava. Saudade até de te magoar. Saudade do seu amor por mim. Saudade de quando você era capaz de me perdoar. Saudade do mundo que nós criamos. Saudade de não te magoar. Saudade de quando eu fazia alguma diferença na sua vida, saudade de não me sentir triste.

Saudade de sentir só saudade.”

Autor Desconhecido

Recebi nesta quinta-feira (24/09) e-mail de um Autor Desconhecido me “doando” o texto acima… E eu, encantada, o adotei.

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Fim (provisório) II

setembro 23, 2009

Entreguei meu coração
Mas do seu querer me vi banida
Pode ter sido só sensação
Mas seu beijo teve gosto de despedida.

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Sem cura

setembro 22, 2009

Ser louco? Loucura é falar sozinho. Mas é loucura também abrir mão do que nos faz bem. Na verdade é a vida quem nos trás a tona essa insanidade, as vontades súbitas, de em determinado momento ter vontade de gritar, por exemplo, de contar causos às paredes, ou desabafar com nossos cachorros. Imagino que isso possa ser uma boa definição de loucura, por que não?
Pena que não me contento com tal explicação.
Mas em determinado momento, ser louco se resumirá em ações onde não é o esperado que nos torna, desencadeando a incerteza, o medo…
Mas o que fazer? Qual é o remédio que cura esse mal-natural? A tal loucura? A solução mais usada é o tempo, mas e para os impacientes? Outros usufruem da atitude, mas e quem é medroso? E eu, que me enquadro nas duas características? Uso da palavra, ou melhor palavras, no plural! Com cuidado, respeitando seu enorme poder. Nelas eu digo que amo, nelas eu faço e desfaço laços, nelas eu peno, me fortaleço. Prova disso é a história de que uma palavra evita guerras, inúmeros males e crises.

Mas a minha conclusão é essa: sou louco, feliz e infeliz e o pior: sem cura.

Daniel Diniz