I was his place
But didn`t had the chance to see his face
Today I doubt about my value
And I live curious about his smile
Wish I could go back on time
So that I could write a different rhyme

I was his place
But didn`t had the chance to see his face
Today I doubt about my value
And I live curious about his smile
Wish I could go back on time
So that I could write a different rhyme

“Sinto saudade das horas de insônia. Saudade das manhãs embaçadas, do rosto inchado no espelho. Das unhas roídas e das horas de espera ao lado do telefone. Saudade de quando você reclamava das unhas roídas. Saudade da dor, do desespero de não saber onde você está e saudade de saber onde você está. Saudade do cheiro do seu quarto e da bagunça do seu cabelo. Saudade do cheiro do seu cabelo e da bagunça do seu quarto. Saudade da sua falta de paciência com o trânsito e do seu horror a boites. Saudade das minhas horas de tristeza quando eu te magoava. Saudade até de te magoar. Saudade do seu amor por mim. Saudade de quando você era capaz de me perdoar. Saudade do mundo que nós criamos. Saudade de não te magoar. Saudade de quando eu fazia alguma diferença na sua vida, saudade de não me sentir triste.
Saudade de sentir só saudade.”
Autor Desconhecido
Recebi nesta quinta-feira (24/09) e-mail de um Autor Desconhecido me “doando” o texto acima… E eu, encantada, o adotei.

Entreguei meu coração
Mas do seu querer me vi banida
Pode ter sido só sensação
Mas seu beijo teve gosto de despedida.

Ser louco? Loucura é falar sozinho. Mas é loucura também abrir mão do que nos faz bem. Na verdade é a vida quem nos trás a tona essa insanidade, as vontades súbitas, de em determinado momento ter vontade de gritar, por exemplo, de contar causos às paredes, ou desabafar com nossos cachorros. Imagino que isso possa ser uma boa definição de loucura, por que não?
Pena que não me contento com tal explicação.
Mas em determinado momento, ser louco se resumirá em ações onde não é o esperado que nos torna, desencadeando a incerteza, o medo…
Mas o que fazer? Qual é o remédio que cura esse mal-natural? A tal loucura? A solução mais usada é o tempo, mas e para os impacientes? Outros usufruem da atitude, mas e quem é medroso? E eu, que me enquadro nas duas características? Uso da palavra, ou melhor palavras, no plural! Com cuidado, respeitando seu enorme poder. Nelas eu digo que amo, nelas eu faço e desfaço laços, nelas eu peno, me fortaleço. Prova disso é a história de que uma palavra evita guerras, inúmeros males e crises.
Mas a minha conclusão é essa: sou louco, feliz e infeliz e o pior: sem cura.
Daniel Diniz

“De Cristo eu gosto. Pena que o manipularam pra tanta babaquice. Pra começar, dizer que ele é filho de deus. Que besteira. Será que o homem é tão incapaz de se dar valor a ponto de achar que, quando outro homem é genial, tem que ser do outro mundo? Que nada, Jesus era tão homem quanto eu.”
(Feliz Ano Velho – Marcelo Rubens Paiva)

“Mas, até então – se não acredita em mim, não me conhece – até então, eu teria morrido pouco a pouco antes de tocar num único fio de seu cabelo!”
O Morro Dos Ventos Uivantes.

Esqueça… se ele não te ama
Esqueça… se ele não te quer
Não chore mais, não sofra assim
Porque eu posso te dar amor sem fim
Ele não pensa, em querer-te
Te faz sofrer e até chorar
Não chore mais, vem pra mim
Vem, não sofra, não pense…
Não chore mais, meu bem…
(Esqueça – M. Anthony e Roberta Côrte Real)

O que me assusta na morte é a pressa… Ela vem, e sem pedir licença, puxa o tapete. O que ela leva, não leva aos poucos, leva de uma vez. Para mim a morte é a saudade, é o inexplicável, e sempre, sempre é inesperada. Ninguém está pronto pra esperar a falta eterna, perder para sempre a presença de um ser, ninguém está pronto nem pra imaginar como vai ser dalí pra frente. A morte é exagerada, ela não dosa. Morrer é fácil, é só se deixar levar… Mas pra quem fica, a missão é suportar. O que me assusta na morte… É o vazio.

Eu tô abrindo a porta, o que entrar é lucro. Entra alegria, entra tristeza, sai solidão, entra confusão… “Entre a dor e o nada, eu fico com a dor” já dizia Faulkner. A porta tá aberta, e agora? Quem vai fechá-la? Quem ousa fechá-la? E pior, quem ousa trancá-la? Tá chegando a hora, a porta abriu! Sem medo, o turbilhão de sentimentos entrou, dê a mão pros bem-vindos, escolha-os bem, depois que a porta fecha, não tem volta! Tô abrindo a porta, o que entrar… É luz!