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Dear (preencha com seu nome),
junho 12, 2010, 9:27 pm
Filed under: (Des)amor, Amor, Cartas, Desabafos

Você não significa nada. Não mais.
Mas significou. O suficiente. Ou mais do que apenas isso.
Significou mais do que eu pude suportar, e mais do que eu jamais vou suportar outra vez.
Foi um filme, um livro e uma música que te trouxeram para meu sono. Mais uma vez. Talvez a ultima.
Não te quero de volta. Não quero te ver. Nem te sentir.
Mas tenho visto a vida que tivemos juntos nos ultimos três dias.
São flashs breves.
Fotos coladas num mural.
Palavras no meu ouvido.
Teu cheiro.
Teus carinhos.
Teu beijo dilacerante.
Mas tudo tomando vida somente dentro de mim. Na minha mente. Na minha lembrança.
Não sinto tua falta.
Mas sinto saudades. Dos nossos dias de inconsequência. Da nossa vida de promessas.
Promessas que nunca vamos cumprir.
Mentiras que jogamos no ar.
Mentiras que contamos para nos mesmos.
Mentiras que imaginamos.
Mentiras que pintamos em belos quadros chamados de “planos”.
Não pense em mim. Não tenho pensado em você.
Foi apenas a coincidência de achar nossa história num livro.