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Insanizar-me-ei
julho 17, 2011, 4:14 am
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Cá estou, na beira do abismo, na porta do precipício. Meu imaginário me atormenta com teorias de que o complexo é a tradução ferozmente acadêmica do banal. Tais teorias me chefiam e me pressionam me fazendo questionar: Foi o meu passado um sonho? Uma peça pregada pelos meus nervos cerebrais?
Pouco tenho a falar, pois escasso está meu vocabulário ou minhas experiências? Na falta do primeiro, dicionário. Na falta do segundo, relato uma vida escrava de uma rotina vazia: Um ou dois cigarros por dia, alguns momentos de divertimento/sofrimento televisivo e uma busca incansável de novos limites para ultrapassar.
Finalizando com um apelo as forças responsáveis, peço de volta minha sensibilidade cutânea e sentimental, peço que retorne a mim a eterna graça de ser uma pecadora despreocupada. Pois os dias de boa samaritana ainda não me pertencem!