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Indecifrável
julho 13, 2010, 4:31 am
Filed under: Amor, Cartas, Desabafos, Poemas

Te acho tão distante do ordinário.
Tento assistir seus pensamentos,
Que me escapam em velocidade mil
O que eu não faria por breves momentos…

O que é você?
O que era apenas moldura, hoje é quadro
Pintura completa, com as mais belas cores
Os mais perfeitos traços de esquadro

Quero te ler,
te entender,
te aprender.
Te prender (a mim).



Final Words
julho 3, 2010, 3:31 am
Filed under: (Des)amor, (Des)festividades, Amor, Cartas, Desabafos, Festividades, Imagens, Rápido

Shutting the door to what was left of us, saying good-bye.
So, good-bye.



To the Most Important Person in The World
julho 2, 2010, 12:55 am
Filed under: (Des)festividades, Cartas, Desabafos, Poemas

Look at you
Be true to us
Do you honestly think
Everything’s fine?
Maybe you should take your time

Maybe you should step away
Find yourself out
So that things return
To what they were, someday

Love,
Me.



Dear (preencha com seu nome),
junho 12, 2010, 9:27 pm
Filed under: (Des)amor, Amor, Cartas, Desabafos

Você não significa nada. Não mais.
Mas significou. O suficiente. Ou mais do que apenas isso.
Significou mais do que eu pude suportar, e mais do que eu jamais vou suportar outra vez.
Foi um filme, um livro e uma música que te trouxeram para meu sono. Mais uma vez. Talvez a ultima.
Não te quero de volta. Não quero te ver. Nem te sentir.
Mas tenho visto a vida que tivemos juntos nos ultimos três dias.
São flashs breves.
Fotos coladas num mural.
Palavras no meu ouvido.
Teu cheiro.
Teus carinhos.
Teu beijo dilacerante.
Mas tudo tomando vida somente dentro de mim. Na minha mente. Na minha lembrança.
Não sinto tua falta.
Mas sinto saudades. Dos nossos dias de inconsequência. Da nossa vida de promessas.
Promessas que nunca vamos cumprir.
Mentiras que jogamos no ar.
Mentiras que contamos para nos mesmos.
Mentiras que imaginamos.
Mentiras que pintamos em belos quadros chamados de “planos”.
Não pense em mim. Não tenho pensado em você.
Foi apenas a coincidência de achar nossa história num livro.



Pai,
novembro 17, 2009, 4:46 am
Filed under: Cartas, Desabafos

Não sei se só queria saber se está tudo bem, ou se queria ouvir tua voz…
Não sei quanto tempo se passou, ou se o tempo parou…
Não sei como cheguei até aqui, aos trancos e barrancos fui deixando migalhas nas esquinas…
Acho que queria e quero abrir meu coração, mas não temos tempo, por telefone é muito frio, mas sou vulnerável ao pessoalmente…

Espero que ande lendo meu blog, espero que tenha o endereço…
Ou espero que alguem com quem tenha contato esteja lendo…

 

Concordo que aqui seja muito público, por isso o tom enigmático…
Mas creio que entenderás…

 

Saiba que não sentes falta sozinho, também sinto! Saiba que não me amas sem retorno, embora às vezes eu não consiga deixar claro! Saiba que apesar de tu teres te rendido, eu ainda penso em um jeito para que um dia possamos ser, novamente, AMIGOS!

 

Viva com amor.



Para Falar de Perdas
agosto 21, 2009, 11:39 pm
Filed under: (Des)festividades, Cartas, Música
______________________,
(Seu nome aqui)

Andei pensando sobre nós, sobre nossa relação tardía. Tínhamos o dia todo, e nos resolvemos pela noite. Não nos culpe, o ser humano é assim mesmo, só percebe o que perdeu depois de perder… E hoje me pergunto, o que nós perdemos?

Eu sei o que eu perdi – e o que ganhei: perdi as risadas de praxe de seu desajeito. Ganhei saudades atrasadas. Perdi teus longos braços em volta de meu pequeno semblante. Ganhei você em minha memória ao som de Old Man. Perdi nossas longas tardes na orla do rio. Ganhei nosso nome escrito no banco da praça.

(Se não for pedir demais) Me espera,
Elisa.



Não nos descarte
abril 23, 2009, 2:39 am
Filed under: Amor, Cartas, Desabafos

Te escrevi uma vez só pra dizer que pensava em ti, e hoje escrevo para dizer que não vivo sem ti. De lá pra cá não mudaram só os motivos pelo qual escrevo, mas também nossos beijos, nossa saudade, nossa dependência e nossa intensidade. “Te pus na minha cama outro dia, para manter-te vivo e também para saber como é”, eu dizia, e hoje digo, sempre que te ponho em minha cama é por amor, pelo prazer certeiro do teu toque, seja ele intenso ou um simples afago na nuca.

Tenho evitado te deixar sozinho por muito tempo, mas não por ti, por mim… Pela vontade de te botar em baixo dos meus cuidados, de te prender no meu abraço, de te sufocar, de te ter unicamente pra mim – ou simplesmente te ter, te ter inteiro, de verdade, pra te chamar de meu, pra gritar que sou sua. Me assombra o fim de tudo isso, me assombra ele chegar algum dia, mas principalmente como será quando ele chegar.

Tenho medo que penses que me arrependi, ou que passe pela minha cabeça que podia ter sido melhor… Pra mim, nós fomos tudo – e só meu coração sabe como eu quero dizer que somos tudo. Não somos os mesmos, somos melhores e também piores. Somos tudo e ao mesmo tempo nada, somos um do outro e ao mesmo tempo de nós mesmos, somos amigos e ao mesmo tempo inimigos…

Somos amor, e ao mesmo tempo… amor.