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Crônica de Amor, Afinal…
agosto 3, 2011, 12:11 am
Filed under: Amor, Crônicas, Desabafos, Ego

Para a profissão que escolhi não é pré requisito saber grandes detalhes sobre o funcionamento da mente ou do corpo humano como máquina. Ocupando a posição de leiga no assunto venho hoje dizer o quanto me intriga o meu próprio eu – físico, mental, instintivo, hipócritamente supersticioso.
Não sofro de nenhum tipo de anomalia genética (pelo menos não descoberta até o dia em que lhes escrevo), nenhum tipo de necessidade especial… Sou o reflexo do mais normal ser que já existiu. Uma mortal que não é nem miss, nem assustadoramente feia. De pele não tão escura, e não incrivelmente branca. Meus dedos não são surpreendentemente longos, nem espantosamente curtos. Meus cabelos não são maravilhosos, nem meus seios grandes de mais – não há nada obviamente reparável em mim. Minhas extraordinárias capacidades são a minha imitação de um elefante e minha facilidade absurda com a língua inglesa… Nada muito único.
E no entanto o convívio comigo mesma ainda me explicíta coisas verdadeiramente estranhas. A começar pela minha necessidade de ir contra mim mesma e minhas regras… Se digo X sempre acabo chegando em Y – em um momento qualquer. Se acordo com vontade de comer uma gema, termino o dia desfrutando de uma saborosa clara. Por muitas vezes acho que, em se tratando de mim, a carcaça bruta e o coração metafórico raramente se paralelizam.

Viajo por mim mesma caçando a resposta para a minha maior questão pessoal: Entre meu cérebro físico e metafísico quem é o verdadeiro bulinador? Tenho dentro de mim um par de gêmeos divergentes causadores da angustia que hoje me faz escrever: (Não posso, mas admito. Não quero, mas preciso admitir.) Não preciso, mas te quero. Não te quero, mas preciso.



Crônica de Amor, Afinal…
agosto 3, 2011, 12:11 am
Filed under: Amor, Crônicas, Desabafos, Ego

Para a profissão que escolhi não é pré requisito saber grandes detalhes sobre o funcionamento da mente ou do corpo humano como máquina. Ocupando a posição de leiga no assunto venho hoje dizer o quanto me intriga o meu próprio eu – físico, mental, instintivo, hipócritamente supersticioso.
Não sofro de nenhum tipo de anomalia genética (pelo menos não descoberta até o dia em que lhes escrevo), nenhum tipo de necessidade especial… Sou o reflexo do mais normal ser que já existiu. Uma mortal que não é nem miss, nem assustadoramente feia. De pele não tão escura, e não incrivelmente branca. Meus dedos não são surpreendentemente longos, nem espantosamente curtos. Meus cabelos não são maravilhosos, nem meus seios grandes de mais – não há nada obviamente reparável em mim. Minhas extraordinárias capacidades são a minha imitação de um elefante e minha facilidade absurda com a língua inglesa… Nada muito único.
E no entanto o convívio comigo mesma ainda me explicíta coisas verdadeiramente estranhas. A começar pela minha necessidade de ir contra mim mesma e minhas regras… Se digo X sempre acabo chegando em Y – em um momento qualquer. Se acordo com vontade de comer uma gema, termino o dia desfrutando de uma saborosa clara. Por muitas vezes acho que, em se tratando de mim, a carcaça bruta e o coração metafórico raramente se paralelizam.

Viajo por mim mesma caçando a resposta para a minha maior questão pessoal: Entre meu cérebro físico e metafísico quem é o verdadeiro bulinador? Tenho dentro de mim um par de gêmeos divergentes causadores da angustia que hoje me faz escrever: (Não posso, mas admito. Não quero, mas preciso admitir.) Não preciso, mas te quero. Não te quero, mas preciso.



Estrada…
janeiro 21, 2011, 3:10 am
Filed under: Crônicas, Desabafos

As árvores correm me escapando aos olhos facilmente. O campo que outrora vi já é outro, e outro, e outro. As nuvens uma vez distantes, vêm lentamente para o céu que sobrevoa minha cabeça. Da minha janela avisto um horizonte intocável de infinitas cores. Hora e outra me acompanham vidas ritmizadas com minha velocidade. A pressa passa me levando junto, sem questionar destino. Apenas diz “esta é a estrada”.



Lembrança de Um Sonho Bom
dezembro 9, 2010, 3:42 pm
Filed under: (Des)amor, Desabafos, Sonhos

Tenho-te bem aproveitado, estás sempre presente nos últimos dias – quase todos os dias. Na minha memória fica tudo claro, tudo vivo… Mas como posso transpor em palavras algo nunca sentido? Afinal, estas sensações são só em sonho…

Talvez seja a forma do meu inconsciente alertar que o ponteiro do relógio nunca cansa de correr. Talvez seja meu desespero de ser invadida por sensações inéditas, como seria? Porque afinal, depois que partires, serás só a lembrança de um coração tristonho.



Células nervosas, Cérebro em movimento
novembro 3, 2010, 3:34 am
Filed under: Desabafos, Ego, Inquietações

Imagino um tubo vermelho escuro, coberto de saliva,
Coberto do líquido que me hidrata e me lubrifica
Entrada para aquilo que me inquieta a alma.
Prazer inside, és o que minha pele esconde,
Sou ao que dás vida.
Venho de um lugar onde ser feliz é privilégio, é sorte,
Venho da claridade obscura, de onde pensar é crime,
Ser diferente, suicídio social.



If You Ask: Is Like This Everytime
outubro 2, 2010, 4:11 am
Filed under: Amor, Desabafos, Poemas

Burnlighting my eyes, come
Come and go fast, as blinks
Almost making me give up,
Almost making me believe I can’t use my tricks

‘Come back’ I think
I want to be consumed by this atmosphere
I need heartbeats invading me strongly
Just come back with no fear



Too Late/Too Early
setembro 13, 2010, 10:29 pm
Filed under: (Des)amor, Desabafos, Imagens, Poemas, Rápido

While you try
To get our old days back;
I’m still not missing
Your kisses on my neck