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Dream Note II
fevereiro 10, 2011, 7:19 pm
Filed under: (Des)amor, Amor, Poemas, Rápido, Sonhos

Once more,
you kiss my lips.
Then go away,
leaving my heart in rips.

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Não Somos Um Poema
dezembro 29, 2010, 3:33 pm
Filed under: (Des)amor, Amor, Poemas

Hora vazios, hora transbordados
Hora enxutos, hora molhados

Essa duplicidade
Me faz crer
Que – Com essa incerteza que me invade –
Rimar não te fará desaparecer.



Lembrança de Um Sonho Bom
dezembro 9, 2010, 3:42 pm
Filed under: (Des)amor, Desabafos, Sonhos

Tenho-te bem aproveitado, estás sempre presente nos últimos dias – quase todos os dias. Na minha memória fica tudo claro, tudo vivo… Mas como posso transpor em palavras algo nunca sentido? Afinal, estas sensações são só em sonho…

Talvez seja a forma do meu inconsciente alertar que o ponteiro do relógio nunca cansa de correr. Talvez seja meu desespero de ser invadida por sensações inéditas, como seria? Porque afinal, depois que partires, serás só a lembrança de um coração tristonho.



Too Late/Too Early
setembro 13, 2010, 10:29 pm
Filed under: (Des)amor, Desabafos, Imagens, Poemas, Rápido

While you try
To get our old days back;
I’m still not missing
Your kisses on my neck



It’s Not Fair
agosto 19, 2010, 5:32 pm
Filed under: (Des)amor, Amor, Desabafos, Poemas, Rápido

Oh it’s not fair
You’re so perfect to me
Oh you’re supposed to care
But you just don’t see



Final Words
julho 3, 2010, 3:31 am
Filed under: (Des)amor, (Des)festividades, Amor, Cartas, Desabafos, Festividades, Imagens, Rápido

Shutting the door to what was left of us, saying good-bye.
So, good-bye.



Dear (preencha com seu nome),
junho 12, 2010, 9:27 pm
Filed under: (Des)amor, Amor, Cartas, Desabafos

Você não significa nada. Não mais.
Mas significou. O suficiente. Ou mais do que apenas isso.
Significou mais do que eu pude suportar, e mais do que eu jamais vou suportar outra vez.
Foi um filme, um livro e uma música que te trouxeram para meu sono. Mais uma vez. Talvez a ultima.
Não te quero de volta. Não quero te ver. Nem te sentir.
Mas tenho visto a vida que tivemos juntos nos ultimos três dias.
São flashs breves.
Fotos coladas num mural.
Palavras no meu ouvido.
Teu cheiro.
Teus carinhos.
Teu beijo dilacerante.
Mas tudo tomando vida somente dentro de mim. Na minha mente. Na minha lembrança.
Não sinto tua falta.
Mas sinto saudades. Dos nossos dias de inconsequência. Da nossa vida de promessas.
Promessas que nunca vamos cumprir.
Mentiras que jogamos no ar.
Mentiras que contamos para nos mesmos.
Mentiras que imaginamos.
Mentiras que pintamos em belos quadros chamados de “planos”.
Não pense em mim. Não tenho pensado em você.
Foi apenas a coincidência de achar nossa história num livro.